Buzzcocks, a banda que fez a primeira parte do concerto de Nirvana em Portugal em 1994.
Se já me apaixonei por quem não devia? Muitas vezes.
Apaixono-me perdida e exageradamente pelo conteúdo de garrafas e copos. Depois o romance acaba sempre mal para mim como em todos que tive.
domingo, 24 de janeiro de 2010
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
Um pouquinho de publicidade.
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Deixa a tua pele respirar e expirar o doce aroma que ainda resta bem dentro de ti.
Ondas extasiantes de fragrãncias ainda não classificadas e totalmente desconhecidas pelos fabrificantes de perfumes rebentam atrozmente e o épicentro é em mim.
Ondas de choque sublime abalam toda a minha estrutura reconstruida para ser anti-sísmica.
Se te anuncias como uma catastrofe pronta a abater-se sobre mim; vem, eu estou preparado.
Faz ruir estes medos que ainda permanecem como alicerces. Destroi e deixa irreconhecível esta nova desconfiança por todas as formas humanas que me dá esta cor tão característica.
Abate-te sobre mim com toda a tempestuosa luz que irradias.
Negatividade da irrelatividade e tudo o que possas conjecturar em termos de calamidades parecerão apenas breves pingos de chuva que arrefecem as noites escaldantes.
Dá-me o teu gelo glaciar, consigo derretê-lo com o meu olhar.
Faz o mar revoltar-se contra mim que eu domino as marés e elas serpenteiam sobre as minhas ordens.
Desafio todos os teus elementos naturais ou artifíciais mas nunca o teu perfume deixar-me-á de embriagar.
Ondas extasiantes de fragrãncias ainda não classificadas e totalmente desconhecidas pelos fabrificantes de perfumes rebentam atrozmente e o épicentro é em mim.
Ondas de choque sublime abalam toda a minha estrutura reconstruida para ser anti-sísmica.
Se te anuncias como uma catastrofe pronta a abater-se sobre mim; vem, eu estou preparado.
Faz ruir estes medos que ainda permanecem como alicerces. Destroi e deixa irreconhecível esta nova desconfiança por todas as formas humanas que me dá esta cor tão característica.
Abate-te sobre mim com toda a tempestuosa luz que irradias.
Negatividade da irrelatividade e tudo o que possas conjecturar em termos de calamidades parecerão apenas breves pingos de chuva que arrefecem as noites escaldantes.
Dá-me o teu gelo glaciar, consigo derretê-lo com o meu olhar.
Faz o mar revoltar-se contra mim que eu domino as marés e elas serpenteiam sobre as minhas ordens.
Desafio todos os teus elementos naturais ou artifíciais mas nunca o teu perfume deixar-me-á de embriagar.
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Palavras que são ignoradas e depois hiperbolizadas...
Bem no cimo do altar dos sacrifícios encontra-se o que resta dos sonhos mutilados.
Estranha esta devoção que implica a entrega voluntária do bem mais precioso que as almas envoltas em denso nevoeiro estão sujeitas.
Filas intermináveis de almas carregando os seus sonhos os verem a ser estropiados e violentados sem a mínima piedade!
Suícidios obrigatórios da mais bela parte do ser. Em nome de quê?
A ausência do questionar torna-se o mais mortal dos pecados.
Mas quando se ama , a palavra sacrificio não existe no dicionário dos amantes. Essa e todas as outras palavras com conotações negativas são formatadas e revestidas por outros significados.
Estranha esta devoção que implica a entrega voluntária do bem mais precioso que as almas envoltas em denso nevoeiro estão sujeitas.
Filas intermináveis de almas carregando os seus sonhos os verem a ser estropiados e violentados sem a mínima piedade!
Suícidios obrigatórios da mais bela parte do ser. Em nome de quê?
A ausência do questionar torna-se o mais mortal dos pecados.
Mas quando se ama , a palavra sacrificio não existe no dicionário dos amantes. Essa e todas as outras palavras com conotações negativas são formatadas e revestidas por outros significados.
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
A brutalidade de lamentos perdidos e encontrados abate-se sobre toda a humanidade. Hecatombes desnecessárias despidas de todas as verdades.
Cessam os disparos em todas as direções dos turbilhões hipnóticos de todos os medos contidos em tão frágeis invólucros que são os corpos decadentes e sem rumo.
Todos clamam por mais uma oportunidade de viver uma outra vida do que aquela que lhes foi atribuida.
Bem de dentro saem os gritos de incontinências filosóficas.
Destroem o casulo onde foram mantidas em cativeiro.
A solidão beija apaixonadamente a melancolia do nada saber.
Que mundo este a que fomos condenados a habitar!!
O armagedão esconde-se à espreita.
Batalhões de súplicios amontoam-se esperando ordens supremas de aniquilação mundial.
Supremas palavras desprovidas de sentidos do criador do criador.
O Homem que tudo criou, tudo destruirá.
Terá nova oportunidade de emendar as atrocidades infligidas que nomeou somente como erros??
Cessam os disparos em todas as direções dos turbilhões hipnóticos de todos os medos contidos em tão frágeis invólucros que são os corpos decadentes e sem rumo.
Todos clamam por mais uma oportunidade de viver uma outra vida do que aquela que lhes foi atribuida.
Bem de dentro saem os gritos de incontinências filosóficas.
Destroem o casulo onde foram mantidas em cativeiro.
A solidão beija apaixonadamente a melancolia do nada saber.
Que mundo este a que fomos condenados a habitar!!
O armagedão esconde-se à espreita.
Batalhões de súplicios amontoam-se esperando ordens supremas de aniquilação mundial.
Supremas palavras desprovidas de sentidos do criador do criador.
O Homem que tudo criou, tudo destruirá.
Terá nova oportunidade de emendar as atrocidades infligidas que nomeou somente como erros??
Acreditar-me-ias se eu te proclamasse a rainha das terras áridas que é o meu coração?
A supremacia da tirania desejada seria inquestionável.
Aclamações de profundas e sentidas ovações.
Instaura uma ditadura em mim.
O poder supremo de subjugar todas as emoções e pensamentos ser-te-á atribuido.
Olha bem para o teu reino.
Não vês a tua bandeira hasteada a alturas imemoráveis bem na minha alma?
Forma exercitos pacifícos cuja unica arma de guerra seja a poesia.
Entoa discursos de perfeita soberania alicerçada em desejos reprimidos e por ti concebidos.
Paz forçada e armada estende-se pelos 4 cantos do meu corpo.
A tua conquista do ímperio decorreu tranquilamente e sem vítimas a lamentar.
Os velhos inimigos que estavam no trono antes de ti aceitaram a rendição incondicional e imediata perante a visão dos teus olhos.
São agora teus presos políticos.
Por favor, condena-os à morte!!!!
A supremacia da tirania desejada seria inquestionável.
Aclamações de profundas e sentidas ovações.
Instaura uma ditadura em mim.
O poder supremo de subjugar todas as emoções e pensamentos ser-te-á atribuido.
Olha bem para o teu reino.
Não vês a tua bandeira hasteada a alturas imemoráveis bem na minha alma?
Forma exercitos pacifícos cuja unica arma de guerra seja a poesia.
Entoa discursos de perfeita soberania alicerçada em desejos reprimidos e por ti concebidos.
Paz forçada e armada estende-se pelos 4 cantos do meu corpo.
A tua conquista do ímperio decorreu tranquilamente e sem vítimas a lamentar.
Os velhos inimigos que estavam no trono antes de ti aceitaram a rendição incondicional e imediata perante a visão dos teus olhos.
São agora teus presos políticos.
Por favor, condena-os à morte!!!!
domingo, 17 de janeiro de 2010
A inspiração é algo tão supérfluo e efémero.
Certos dias e noites tempestuosos sinto-me capaz de redigir novos tratados mundiais ao mesmo tempo que escreveria uma obra poética maior em termos de dimensão que "Os Miseráveis". Hoje sinto que o vazio tomou posse da minha mente e a mais simples palavra parece impossível de ser articulada e escrita.
Desejos de eterna capacidade literária formulam-se perante a noite violenta e sibilante. Talvez seja pela ausência de musas que aparecem e desaparecem com a mesma facilidade. Talvez... Ou apenas umas pequenas férias merecidas do meu cérebro constantemente em laboração.
Acefalosofia parece estar instalada e ter tomado as rédeas do meu ser constantemente à deriva..
Certos dias e noites tempestuosos sinto-me capaz de redigir novos tratados mundiais ao mesmo tempo que escreveria uma obra poética maior em termos de dimensão que "Os Miseráveis". Hoje sinto que o vazio tomou posse da minha mente e a mais simples palavra parece impossível de ser articulada e escrita.
Desejos de eterna capacidade literária formulam-se perante a noite violenta e sibilante. Talvez seja pela ausência de musas que aparecem e desaparecem com a mesma facilidade. Talvez... Ou apenas umas pequenas férias merecidas do meu cérebro constantemente em laboração.
Acefalosofia parece estar instalada e ter tomado as rédeas do meu ser constantemente à deriva..
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