segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Sinto que sonho os sonhos de outros Homens.
Sinto que escrevo os poemas de outros poetas.
Sinto que trilho caminhos esculpidos pela Lua para outros percorrerem.
Em tempos e espaços distantes estou eu.
Talvez seja a nuvem negra que me fustiga com chuva pesada,
Talvez seja o cruzamento onde viro para onde não era suposto.
Acredito em atalhos...
Em meios que justificam os fins.
Em sonhar o que apenas o que estava vedado, apesar de na democracia dos sonhos as fronteiras teoricamente estarem abertas, são sempre patrulhadas pelas milícias do pensamento.
Mas eu continuo a sentir.
Continuo a sonhar... a pensar...
Continuo a escrever palavras que se articulam entre si e formam desenhos abstractos de liberdades inatingíveis para os olhos nús.
Quem és tu?
Quem sou eu?
Somos ambos um emaranhado de dúvidas e de uma certeza inabalável: Eu sou tu e etu és eu...
Sinto que escrevo os poemas de outros poetas.
Sinto que trilho caminhos esculpidos pela Lua para outros percorrerem.
Em tempos e espaços distantes estou eu.
Talvez seja a nuvem negra que me fustiga com chuva pesada,
Talvez seja o cruzamento onde viro para onde não era suposto.
Acredito em atalhos...
Em meios que justificam os fins.
Em sonhar o que apenas o que estava vedado, apesar de na democracia dos sonhos as fronteiras teoricamente estarem abertas, são sempre patrulhadas pelas milícias do pensamento.
Mas eu continuo a sentir.
Continuo a sonhar... a pensar...
Continuo a escrever palavras que se articulam entre si e formam desenhos abstractos de liberdades inatingíveis para os olhos nús.
Quem és tu?
Quem sou eu?
Somos ambos um emaranhado de dúvidas e de uma certeza inabalável: Eu sou tu e etu és eu...
sábado, 19 de fevereiro de 2011
Hoje tenho para te oferecer miragens do que posso ser.
Alucinações insanas de uma aparente normalidade.
Sonetos sem rimas mas que guardam em si toda a melodia.
Ofereço-te uma vida trajada de melancolia, mas que no seu intimo irradia um brilho ofuscante no olhar.
Perguntar-me-ás se as miragens são verdadeiras.
Mas apenas tu podes dizer o que é a verdade.
Alucinações insanas de uma aparente normalidade.
Sonetos sem rimas mas que guardam em si toda a melodia.
Ofereço-te uma vida trajada de melancolia, mas que no seu intimo irradia um brilho ofuscante no olhar.
Perguntar-me-ás se as miragens são verdadeiras.
Mas apenas tu podes dizer o que é a verdade.
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Pensei nisto recentemente, mas quem sou eu para o verbalizar?
"Apenas se deveriam ler os livros que nos picam e que nos mordem. Se o livro que lemos não nos desperta como um murro no crânio, para quê lê-lo? "
Franz Kafka
Franz Kafka
E ao anoitecer
E ao anoitecer adquires nome de ilha ou de vulcão
deixas viver sobre a pele uma criança de lume
e na fria lava da noite ensinas ao corpo
a paciência, o amor, o abandono das palavras,
o silêncio
e a difícil arte da melancolia.
Al Berto
deixas viver sobre a pele uma criança de lume
e na fria lava da noite ensinas ao corpo
a paciência, o amor, o abandono das palavras,
o silêncio
e a difícil arte da melancolia.
Al Berto
Para quem devo enviar as palavras que não escrevi?
Quero concluir um capítulo que não sei como começa e muito menos como terminará.
E se eu pudesse escrever em ti?
Escrever por todo o teu corpo as palavras que não consigo dizer porque elas não se formaram ainda na minha mente.
Talvez, ao ver a tua pele como página em branco ávida por receber as minhas palavras, elas jorrem de mim...
Quero concluir um capítulo que não sei como começa e muito menos como terminará.
E se eu pudesse escrever em ti?
Escrever por todo o teu corpo as palavras que não consigo dizer porque elas não se formaram ainda na minha mente.
Talvez, ao ver a tua pele como página em branco ávida por receber as minhas palavras, elas jorrem de mim...
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