terça-feira, 3 de maio de 2011

Muito de mansinho, devagarinho, com passos de seda voltaste. Nem dei conta... Aproveita a estadia.

Teoria da conspiração versão vida extra-terrestre inteligente.

Estes seres são a mais pura prova de que existem extra-terrestres entre nós disfarçados com aspecto humano. A capacidade suprema de manejarem instrumentos musicais é o seu plano de dominação mundial. Entrarão através dos nossos ouvidos e depois ninguém os pode parar.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Uma banda de auto-ajuda.

Anathema é uma banda que tem tantas peles, qual cobra. É das melhores de sempre e, independentemente do que lancem, acabo por gostar sempre. A sua componente lírica complementada por superior execução musical, faz com que cada tema seja um óptimo comprimido introspectivo.
Como ando assim um pouco estranho e a sentir que "a doença já vem no correio" (parafraseando Irvine Welsh em "Trainspotting"), fica aqui o primeiro sintoma.



And I often sigh
I often wonder why
I'm still here and I still cry

And I often cry
I often spill a tear
Over those not here
But still they are so near

Please ease my burden
And I still remember
A memory and I weep
In my broken sleep
The scars they cut so deep

Please ease my burden
Please ease my pain

Surely without war there would be no loss
Hence no mourning, no grief, no pain, no misery
No sleepless nights missing the dead... Oh, no more
No more war

Pensei que o dia das mentiras era o 1 de Abril. Afinal é o dia 2 de maio. Bem era mais credível Portugal vender o Ronaldo a Espanha...



Será que sou só eu que acredito nas teorias da conspiração?

domingo, 1 de maio de 2011

Tenho que me tornar nisto, porque ser bonzinho já não resulta.

Detesto a palavra fim. É parente próximo do adeus.
Tudo tem um fim. Tudo. Mas eu não gosto de finais. Os filmes bons deveriam durar para sempre.
Os bons livros deveriam ter volumes infinitos.
Tudo acaba e eu fico impotente a olhar para os últimos fumos da imensa fogueira que acenderam dentro de mim.
Tenho uma espécie de ressaca vertiginosa quando tudo acaba.
Talvez consuma em demasia esse tudo e não consigo parar. Só quando mo retiram abruptamente...
Contorço-me em dores funestas, arranco pele contaminado pelo sentimento de impotência.
Preciso de uma espécie de luto doloroso e martirizante, depois acomodo-me à falta.
Fica sempre um vazio...
E eu estou cheio de buracos...