domingo, 8 de maio de 2011

O álbum favorito dos deputados do Bloco de Esquerda. Tanto falam de medidas draconianas que os "Draconian Times" parece que chegaram mesmo.




Percebe-se perfeitamente. Todos os políticos portugueses sofrem do sintoma: "Forever Failure" tema deste grande álbum de Paradise Lost



You must feel frustration
'Cause your mind feels such temptation
And your ways appear a total lack of faith

You may feel elation at your body's recreation
And the joy you need, restricted by one thought

Are you forever?
Loss of purpose in a passive life
Are you forever?
Pale, regarded as a waste of time

High times are courageous
But in truth they suit no purpose
Induced, reduced, unable and afraid



Can you feel rejection and a lack of motivation?
And the joy you need, restricted and delayed

Are you forever?
Loss of purpose in a passive life
Are you forever?
Pale, regarded as a waste of time
Sinceramente, acho que vou habitar para uma qualquer caverna. Estou mesmo muito cansado de pessoas. De toda a sua futilidade e complexos. Na minha busca pela caverna ideal para pernoitar o meu fastio pelo fato de carne que sou obrigado a trajar, talvez encontre a mítica caverna de Platão. Ao lá entrar, talvez os que lá habitam acorrentados a observar as sombras me oiçam e me aclamem como um novo deus. Ou talvez me esquartejem e terminem com esta demência de sempre questionar e nunca acreditar em ninguém.


SOCIETY - EDDIE VEDDER - INTO THE WILD por Ioccalice

sábado, 7 de maio de 2011

"A sabedoria suprema é ter sonhos bastante grandes para não se perderem de vista enquanto os perseguimos."

William Faulkner

Teoria da conspiração versão lunática.

Alguém:-"És sempre do contra. Não acreditas que o Homem esteve na lua?#

Eu:- "Não. É tão fácil forjar imagens mesmo tendo sido há 50 anos . Tendo a tecnologia evoluído tanto porque é que mais ninguém lá voltou?"

Alguém-"És mesmo anti-americano! Nunca acreditas em nada do que eles dizem!"

Eu:-"Não sou anti americano. Simplesmente questiono o que é dito. O que alguém diz não faz que seja automaticamente verdade. Os embustes são assim. Também dizem que deus existe e já alguém o viu?"

Vitória por K.O por o adversário ter ficado sem argumentos.

"I´m the one they will replace, because i have no grace."

Estou mesmo mal, isto é um pouco Depeche Modiano demais para mim mas é daquelas músicas que ficam na cabeça. Se a mílicia do Black metal visse tal coisa era imediatamente excomungado da sua tirania. Mais uma música à Brett Easton Ellis. Rais te fodam homem! Ser tão colado nos teus livros e filmes afecta gravemente o meu gosto musical.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Músicas horríveis que me marcaram...

Penso que a música neste vídeo pertence a Mariah Carey, cantora cujos bons atributos não incluem a voz certamente, sempre me passou ao lado completamente até ter visto esta cena no filme "The rules of atraction", adaptação cinematográfica do segundo livro do grande Brett Easton Ellis. O filme, em comparação à obra, não vale um chavo, mas, para quem conhece a escrita de Brett Easton Ellis, a música não poderia ser melhor escolhida visto abundar nos livros do homem umas escolhas musicais demasiado duvidosas para serem verdade. Esta é sem dúvida a melhor cena do filme e arrepia-me quando a oiço.

Aparentemente, o Youtube acha esta cena demasiado chocante para a deixar incorporar no blog. Quem tiver curiosidade copie o link sff...

http://youtu.be/AxJA374OCIQ

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Tudo se repete com uma intensidade avassaladora.
Os desígnios parecem cravados em uma qualquer espécie de pedra filosofal.
Foram escritos com um punhal que outrora serviu para golpear veias de onde jorrou apenas vida e ausência de morte.
O sol é reflectido nesse punhal e cega as sombras ameaçadoras de uma paz que é classificada antropológicamente como uma mera visão.
Quantas vezes rodamos sobre as mesmas situações cuja única diferença é virem vestidas com roupas primaveris ou outonais?
Parece tudo demasiado cíclico e sempre com os mesmos finais por muito que se tente adorná-los com inúmeras figuras de estilo, eles escrevem-se sozinhos como movidos por uma mão invisível de um qualquer guardião da humanidade.
Cruzar os braços e assistir à passagem do tempo e sua acção corrosiva parece ser o mais aconselhado mas a incapacidade de conformidade rebela-se e a mão agarra veementemente o punhal e passeia-o pelas cicatrizes que o tempo não apaga. É tudo repetido, não há nada de novo.
As pessoas são sempre o mesmo tédio...