Eu sou o teu labirinto.
A infindável rotação de paredes onde te perdes e jamais consegues encontrar-me.
Onde eu estou?
Não no reflexo emitido sofregamente pelo espelho, esse não sou eu.
Estarei no topo do universo a observar-te?
Talvez...
Estou sempre onde tu estás. Estou entranhado em ti. Sabe-lo perfeitamente, não tens como negar. Ou a negação é apenas uma forma de absorção...
Quando conseguires encontrar-te, talvez me encontres também.
Estou mesmo a teu lado só que não me consegues ver. Estás privada da visão.
Eu sou o silêncio nocturno, o frio que te envolve, sou tudo... Apenas em espírito, a minhas vestimentas carnais estão na tua posse e um dia poder-me-ás vestir da maneira que quiseres. Basta encontrares-te!
domingo, 31 de janeiro de 2010
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Agora que o que eu escrevo irá ser editado sobre a forma de livro, resta esta pergunta:
QUEM ESCREVERÁ O MEU POSFÁCIO?
A obra estende-se abrangente por campos tão dispares e tão semelhantes.
Existêncialismo ou a falta dele, Locus Horrendus ou a exaltação à luz e à claridade.
Simples devaneios sem sentido ou com todo o sentido percéptivel apenas pelas trevas após terem derrotado o dia.
Cada texto mergulha numa anarquia impossível de controlar. Jaz, por entre as palavras, a minha harmonia e paz tão voláteis e ao mesmo tempo tão estáveis.
A certeza das dúvidas eternamente presentes.
Textos contraditórios e quiçá repetitivos sobre as batalhas de pensamentos e emoções na estabilidade do instável. A predominância do negativismo é contestada aqui e ali por sentimentos por vezes tão reais que parecem brutais alucinações.
Escrevo quase sempre de manhã, como se almas de poetas vagabundas me embalam para o sono e me recitam os textos que escrevo.
Talvez eu não deseje um posfácio, pois isso significaria o fim da obra e eu quero escrever até ao fim da minha humana existência...
A obra estende-se abrangente por campos tão dispares e tão semelhantes.
Existêncialismo ou a falta dele, Locus Horrendus ou a exaltação à luz e à claridade.
Simples devaneios sem sentido ou com todo o sentido percéptivel apenas pelas trevas após terem derrotado o dia.
Cada texto mergulha numa anarquia impossível de controlar. Jaz, por entre as palavras, a minha harmonia e paz tão voláteis e ao mesmo tempo tão estáveis.
A certeza das dúvidas eternamente presentes.
Textos contraditórios e quiçá repetitivos sobre as batalhas de pensamentos e emoções na estabilidade do instável. A predominância do negativismo é contestada aqui e ali por sentimentos por vezes tão reais que parecem brutais alucinações.
Escrevo quase sempre de manhã, como se almas de poetas vagabundas me embalam para o sono e me recitam os textos que escrevo.
Talvez eu não deseje um posfácio, pois isso significaria o fim da obra e eu quero escrever até ao fim da minha humana existência...
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Escavam a sua sepultura os anos de lágrimas que nunca levaram na enxurrada visões de raiva e ódios descomunais.
Uma nova era de dores orquestradas e conduzidas por maestros isentos de tormentos.
Arqui-inimigos fornecem as pás para a escavação arqueológica.
O que morreu não deixa de viver.
Esqueletos de novas espécies agarram-se à visão de luz.
Estão livres e cederão todos os confortos dos seus aposentos a toda a luta que começou sem sentido e que se revestiu de causas erradas.
Caem atadas as declarações de guerra apocalíptica a inimigos desertores bem de dentro. Sobreviveram a pelotões de fuzilamento. Invólucros de balas de acusações jazeram no solo até serem decompostas e aglutinadas por criações que ganham forma e espectro por requiuns de negações pomposos.
Nos corpos possuídos por orgasmos literários resta a solidão de um sorriso ao voltar as memórias de tais coistos filosóficos. Agora, ele acompanha as lágrimas quando são baixados para a sua morada póstuma.
Uma nova era de dores orquestradas e conduzidas por maestros isentos de tormentos.
Arqui-inimigos fornecem as pás para a escavação arqueológica.
O que morreu não deixa de viver.
Esqueletos de novas espécies agarram-se à visão de luz.
Estão livres e cederão todos os confortos dos seus aposentos a toda a luta que começou sem sentido e que se revestiu de causas erradas.
Caem atadas as declarações de guerra apocalíptica a inimigos desertores bem de dentro. Sobreviveram a pelotões de fuzilamento. Invólucros de balas de acusações jazeram no solo até serem decompostas e aglutinadas por criações que ganham forma e espectro por requiuns de negações pomposos.
Nos corpos possuídos por orgasmos literários resta a solidão de um sorriso ao voltar as memórias de tais coistos filosóficos. Agora, ele acompanha as lágrimas quando são baixados para a sua morada póstuma.
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Sombras codificadas ocultam os astros que perderam o brilho no horizonte.
Estranhas e complexas melodias de sopros de vida narram o que é asqueroso e negado por poetas.
Nas sombras revelam-se todos os ancestrais medos disfarçados de solidão.
estrofes de escuridão suprema são recitadas por potestades controladoras de mentes que choram lágrimas de compaixão por quem por elas se cruza.
Personificações do inpersonável.
Odialatrizações do indomável.
Neste circo de todas as negatividades estão desejos em cativeiros carnais e os condenados brandem com mestria o seu chicote.
Sem lei, o esquadrão do inaceitável reprime e oprime angústias e desolações. A auto-estima é fustigada por decretos imemoriais e a acomodação e insatisfação nunca foram tão antónimas como agora.
O adorável rima com o abominável.
Poucos são os que me adoram e legiões os que me abominam.
Bíblicas batalhas de davides contra Golias e apenas nessa obra de ficção vence o mais fraco.
Compaixão... A segunda e terceira silabas não são verbos nem adjectivos, são miragens...
Estranhas e complexas melodias de sopros de vida narram o que é asqueroso e negado por poetas.
Nas sombras revelam-se todos os ancestrais medos disfarçados de solidão.
estrofes de escuridão suprema são recitadas por potestades controladoras de mentes que choram lágrimas de compaixão por quem por elas se cruza.
Personificações do inpersonável.
Odialatrizações do indomável.
Neste circo de todas as negatividades estão desejos em cativeiros carnais e os condenados brandem com mestria o seu chicote.
Sem lei, o esquadrão do inaceitável reprime e oprime angústias e desolações. A auto-estima é fustigada por decretos imemoriais e a acomodação e insatisfação nunca foram tão antónimas como agora.
O adorável rima com o abominável.
Poucos são os que me adoram e legiões os que me abominam.
Bíblicas batalhas de davides contra Golias e apenas nessa obra de ficção vence o mais fraco.
Compaixão... A segunda e terceira silabas não são verbos nem adjectivos, são miragens...
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Nada é em vão
Todo o passado
Traz o futuro na tua mão
O mais belo é sempre o inacabado
Na violência dos décibeis
De todos os gritos por gritar
Há sentimentos para sempre fieis
Na efemeridade infinita do acreditar
Nas miragens que sonhas
Há sempre palavras nunca escritas
na nova colorização das folhas
Não existem cores malditas
Basta estender a mão
Eu estou lá para a agarrar
Sou fraco substituto para a solidão
Aquele que ninguém soube amar
Nas viagens siderais
Propulsadas pelo pensamento
E as maneiras de fuga demais
Está explícito todo o intento
Quem corre na harmonia
Algo fica sem ser visto
As palavras que eu dizer.te queria
Soariam como as de um novo cristo.
Todo o passado
Traz o futuro na tua mão
O mais belo é sempre o inacabado
Na violência dos décibeis
De todos os gritos por gritar
Há sentimentos para sempre fieis
Na efemeridade infinita do acreditar
Nas miragens que sonhas
Há sempre palavras nunca escritas
na nova colorização das folhas
Não existem cores malditas
Basta estender a mão
Eu estou lá para a agarrar
Sou fraco substituto para a solidão
Aquele que ninguém soube amar
Nas viagens siderais
Propulsadas pelo pensamento
E as maneiras de fuga demais
Está explícito todo o intento
Quem corre na harmonia
Algo fica sem ser visto
As palavras que eu dizer.te queria
Soariam como as de um novo cristo.
domingo, 24 de janeiro de 2010
Banda sonora para uma tarde de ressaca.
Buzzcocks, a banda que fez a primeira parte do concerto de Nirvana em Portugal em 1994.
Se já me apaixonei por quem não devia? Muitas vezes.
Apaixono-me perdida e exageradamente pelo conteúdo de garrafas e copos. Depois o romance acaba sempre mal para mim como em todos que tive.
Se já me apaixonei por quem não devia? Muitas vezes.
Apaixono-me perdida e exageradamente pelo conteúdo de garrafas e copos. Depois o romance acaba sempre mal para mim como em todos que tive.
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
Um pouquinho de publicidade.
Subscrever:
Mensagens (Atom)
