"Sê minha lusitânia
Para todo o sempre
Eu me orgulho
De a ti pertencer
Nas sete quinas
Moram os sete anjos
Que de terra
À Pátria conduziram
Do teu fogo eu me alimento
Com os teus cinco escudos eu me defendo
Do teu sangue eu bebo
No meu fundo horror eu te percebo
Que de orgulho lusitano nos cobriram
E com lâminas de sangue degolaram inimigos
O teu recorte banhado pelo mar
Acolhe o povo que tanto lutou
Gladius, Scutum, imperium, sanguine carens
Manus, Cereus, ignis, solum pingue."
quinta-feira, 29 de abril de 2010
quarta-feira, 28 de abril de 2010
terça-feira, 27 de abril de 2010
Tens fragmentos de moralidade
Escondidos no rosto
Pequenos vestígios da imortalidade
De um ser nunca deposto.
Soam tão diferentes as vozes
Parecem saídas de uma nova Babilónia
Algumas vociferam palavras atrozes
Outras murmuram de forma errónea
É uma cruzada pela idoneidade
São factos nunca provados
Brandindo espadas pela verdade
Entre todos os súplicios aglomerados
A soma de todas as parcelas
Do que não consideram em ti puro
Para eles são celas
Para ti, resultado de um mundo duro.
Passeia com as tuas convicções
Pelas escarniosas avenidas
deserda todas as desilusões
De todas as tuas vidas
Todos os lamentos
E mais algum
Visíveis nos fragmentos
Fazem de ti não só mais um.
Escondidos no rosto
Pequenos vestígios da imortalidade
De um ser nunca deposto.
Soam tão diferentes as vozes
Parecem saídas de uma nova Babilónia
Algumas vociferam palavras atrozes
Outras murmuram de forma errónea
É uma cruzada pela idoneidade
São factos nunca provados
Brandindo espadas pela verdade
Entre todos os súplicios aglomerados
A soma de todas as parcelas
Do que não consideram em ti puro
Para eles são celas
Para ti, resultado de um mundo duro.
Passeia com as tuas convicções
Pelas escarniosas avenidas
deserda todas as desilusões
De todas as tuas vidas
Todos os lamentos
E mais algum
Visíveis nos fragmentos
Fazem de ti não só mais um.
segunda-feira, 26 de abril de 2010

As tempestades acarretam sempre consequências. Calamidades que tudo destruíram à sua passagem, criam novas oportunidades de corrigir as construções agora devolutas. pedara por pedra, tijolo por tijolo tudo é reconstruido sob novas formas e roupagens.
Ideias mais fortes, matéria prima de maior qualidade e tudo é erguido com enorme imponência.
Aí estão os seres superiores, não eleitos por ninguém, elevados pelos seus pensamentos. arautos e impositores de imposições nenhumas.
Não há arrogância nos seus olhares. Existe, porém, um pesar, única ténue visualização do que poderá ser classificado como sentimentos. pesar, este, pela limitação racial e corporal a que estão sujeitos. São espíritos almejantes por liberdades flamejantes que purificarão tudo nas suas chamas altas e poderosas.
O grupo de elite é tudo menos elitista e na sua simplicidade atinge a sua superioridade
Não visam ser aclamados pelos inferiores. Tamanha ofensa destronaria o que está visível apenas nos seus sonhos. Contentam-se apenas com a certeza.
Superiores em quê? Na capacidade de sonhar. A mediocridade humana conduz a um novo extermínio auto-infligido. As premonições de um novo ser perfeito ecoam agora mais veementes...
domingo, 25 de abril de 2010
Uma versão actualizada do "Onde está o Wally?"
Eu estou algures por aqui. Desafio a encontrarem-me.
"Onde está o Nuno?" Ou a melhor maneira de comemorar os meus 29 invernos\infernos.
"Onde está o Nuno?" Ou a melhor maneira de comemorar os meus 29 invernos\infernos.
Espero que encontres o teu caminho,
Nómada e misantropo espírito do que não acredito
Ele não virá escrito em nenhum pergaminho
Ou por navegadores será descrito.
Talvez conduza-te a um palco centenário
Com assistência nula
Onde estarás livre de todo e qualquer corsário
Que o pensamento anula.
Voa no teu batel
Navega nas tuas asas
Tens o dedo sem anel
E não tens medo das vagas
Tens sangue nos lábios
De morderes o desconhecimento
Com golpes sábios
Na busca do desentorpecimento.
Deixa-o escorrer
Formar um vermelho lago
Está na hora de percorrer
O teu caminho por ora ainda vago
Nómada e misantropo espírito do que não acredito
Ele não virá escrito em nenhum pergaminho
Ou por navegadores será descrito.
Talvez conduza-te a um palco centenário
Com assistência nula
Onde estarás livre de todo e qualquer corsário
Que o pensamento anula.
Voa no teu batel
Navega nas tuas asas
Tens o dedo sem anel
E não tens medo das vagas
Tens sangue nos lábios
De morderes o desconhecimento
Com golpes sábios
Na busca do desentorpecimento.
Deixa-o escorrer
Formar um vermelho lago
Está na hora de percorrer
O teu caminho por ora ainda vago
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Duvidas...
Serei eu a sombra que vejo no chão?
Serei eu a soma dos desejos que tenho na mão?
Serei eu um qualquer sonho desfeito?
Será meu o grito que se forma no meu peito?
Serei eu este silêncio ensurdecedor?
Serei eu que nunca estou no local desejado?
Serei eu o segredo que nunca será revelado?
Será meu o céu inteiro para nele poder voar?
Serás tu o local onde desejo aterrar?
Serão estas as palavras que eu quero dizer?
Serão estas as miragens que eu quero ver?
Será que vale a pena continuar a questionar?
Será que existem respostas para dar?
Será que eu sou apenas este impostor?
Será que sou uma ainda por desabrochar flor?
Serão válidas todas as promessas?
Serão eternas todas as vontades desconexas?
De que valem todas as soluções????????
Serei eu a soma dos desejos que tenho na mão?
Serei eu um qualquer sonho desfeito?
Será meu o grito que se forma no meu peito?
Serei eu este silêncio ensurdecedor?
Serei eu que nunca estou no local desejado?
Serei eu o segredo que nunca será revelado?
Será meu o céu inteiro para nele poder voar?
Serás tu o local onde desejo aterrar?
Serão estas as palavras que eu quero dizer?
Serão estas as miragens que eu quero ver?
Será que vale a pena continuar a questionar?
Será que existem respostas para dar?
Será que eu sou apenas este impostor?
Será que sou uma ainda por desabrochar flor?
Serão válidas todas as promessas?
Serão eternas todas as vontades desconexas?
De que valem todas as soluções????????
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