quarta-feira, 27 de junho de 2012

Sade tinha a "Filosofia de alcova". Eu tenho a filosofia do tasco.

O amor é como o alcoól.
Quando nos deixamos embriagar, tudo parece fazer sentido e tudo exala harmonia.
O problema é quando já não estamos embriagados e vem a ressaca.
Quando se "bebe" demais, aquando das contorções e espasmos de corpo e alma, diz-se sempre:" Não volto a beber."
A repulsa e o enjoo duram algum tempo... Até ao próximo "copo".
Depois recomeça o circulo vicioso...
Já sabemos o que nos espera.
As dores tremendas que se anunciam.
O sofrimento sempre implicito.
Mas não resistimos,...
É mais forte do que nós...

Evitar a ressaca só mesmo mantendo-se bebedo, mas isso é impossível...

4 comentários:

Marie Carvalho disse...

Que pessimismo!
Não será antes a paixão cega?

Blizard Beast disse...

Eu continuo a achar que um apaixonado é um masoquista...

Blizard Beast disse...

E tipo: como comento o que tu escreves?

Marie Carvalho disse...

Um verdadeiro masoquista.

Tipo: não dá xD Eu também sou masoquista, mas não é por estar apaixonada (acho eu).