quarta-feira, 25 de agosto de 2010

... e talvez tudo mude de cor, assim subitamente como com um estalar de dedos. Passam as cores claras para escuras e o inverso é desencadeado com mecanismos súperfluos de hiperbolidade.
Não há uma paleta imaginaria de cores e uma tela representante de nada.
Disfunções erécteis de sentimentos mais rastejantes que os próprios répteis.
Qual a cor que os pintas?
Uma nova cor, um pantone exclusivo e irrepetível cujas cores que lhe deram forma foram mera imaginação. Mas pinta tudo no céu, esteja ele com sol ou com as sedutoras estrelas extasiantes na sua altivez. O que interessa?
Nada, absolutamente nada.
As cores são insignificantes assim como todos os corpos amontoados e clamantes por desejos de amantes.
A dor é incolor....

1 comentário:

Sara sem Sobrenome disse...

Vim aqui parar sem querer, mas posso dizer-te que fiquei encantada com os teus textos. Não sei, fazem-me "viajar".
Meu, tu escreves mesmo bem. :)
Beijo