terça-feira, 16 de novembro de 2010

Sinto o matraquilhar da razão
Sinto aquele barulho metálico
Sinto aquele imenso senão
E o destino escrito em itálico

Sinto o Render das armas
O desejo de sucumbir
O surgir do eterno "mas"
Contrapondo-se com o verbo fugir

Razoável não é excelência
Fugitivo pronómico
Despido de toda a decência

Um vislumbre catatónico
de adulterada sapiencia
Recebido com um mero sorriso irónico

1 comentário:

Sofia disse...

Lindo!!!!!!!!!!!!!!!