quinta-feira, 29 de julho de 2010

Mar de tranquilidade que absorve a plenitude do ser. Não existem fronteiras a dividir os pensamentos. Tudo é pacífico. Tudo é pleno. Tudo é uno.
Mas eis que surge uma reviravolta teatral e, num piscar de olhos, tudo desaba com epicentro na mente.
A mente humana é sublime... Sublimemente pobre... ignora as riquezas infinitas do pensar. Tão condicionada que ela se encontra. Um ínfimo detalhe, pode marcar a emersão em águas profundas e negras. mas não será um ínfimo detalhe capaz de um resgate.
O que destingue, e denigre, das restantes espécies... Pensar. Ou a falta disso...

2 comentários:

Emily Poe disse...

Olá, obrigada por teres passado no meu e teres dado a tua opinião! Motivaste-me para me esforçar e e seguir em frente com o blog :)
Adorei os teus textos, pelo menos os que ja consegui ver, e espero que venham muitos mais :)

Rita disse...

O livro tem o seu q.b. de especial.
Mas prognosticos so mesmo no fim da leitura. =)