quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Estou onde não estou
Entre ondas de dissabores
Ou apenas onde tudo desabou
Devido a estranhos clamores

Gostava de estar onde estás
Caminhando pelo vazio humano
Sem olhar para trás
Sem qualquer acto insano

Sou uma espécie de hipócondriaco
Sofredor de todos os tipos de perdido
Acre como o amoniaco
Ou um qualquer flagelo disferido

Morreu já o acreditar
Presente no que estava assente
Morreu já o viajar
Deste nos humanos crente

E nas noites em que me confesso
Refém de um brilho igual ao teu
O aparente impossível peço
O voltar tudo a ser meu.

1 comentário:

Dia da Poesia disse...

Sim, um cenário perfeito… com o belo copo de vinho, a natureza e e já agora uma boa companhia!!!

O poema… bom como sempre.

…já o espírito! Um pouco pior do que conheço. Espero que estejas bem. beijo