quinta-feira, 10 de junho de 2010

Tudo perdeu o interesse. Nada despoleta a mais leve silhueta de entusiasmo.
Não é pessimismo, aparenta ser uma espécie de marasmo.
Lançado disfarçado de sarcasmo.
Até o sabor foi removido ao orgasmo.

Uma fervilhante dormência.
Na ausência de paciência,
Avança para a linha da frente a condescendência.
Inutilizável para todo o sempre esta a sapiência.

Uns julgam que conhecem a verdade
Mas ela passou a viver na clandestinidade.
Outros, a liberdade
Mas ela desapareceu também com a ansiedade.

2 comentários:

Dia da Poesia disse...

Existem sempre duas ou mais verdades, afinal cada espectador têm o seu ponto de vista e cria a sua verdade.

Ás vezes estamos tão absortos nos nossos afazeres do dia a dia, que nem nos apercebemos de tantas outras coisas que deixamos passar sem lhes dar a devida importância.

DarkViolet disse...

Se tudo desaparece para onde vai o Ser?