segunda-feira, 10 de maio de 2010

Não são ventos de mudança que sopram, mas sim tornados furiosos que se anunciam no horizonte.
Está na hora de mudar muita coisa. Demolição e remodelação são sinónimos.Nada ficará impune de tamanha revolução. Arrancarei as correntes que tentam prender-me em subjugação perfeita.
Nasceu uma nova era. A era de ser eu próprio.
A erradicação de estigmas que insistem em cravar-se na pele.
Chegou o momento de deixar apodrecer o que já infesta com o seu cheiro nauseabundo, mas que sempre neguei que estivesse moribundo.
Chegou o momento de trilhar o meu caminho sem olhar para trás. Sem despedidas ou arrependimentos que são derivados sintácticos de saudades.
O caminho é agreste e sinuoso com muitos cadafalsos camuflados com folhas que caem das árvores durante todo o ano. Esperam-me mentes individualistas que mil imagens não conseguem capturar uma sua palavra sábia.
Esperam-me ninfas e musas ardentes pelos meus textos em sua homenagem.
Esperas-me tu e os teus braços solitários.
Espera-me eu próprio...

2 comentários:

Dia da Poesia disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Dia da Poesia disse...

assim é que se fala, bom espírito... estamos todos ansiosos por conhecer mais um ser que se representa e não como tantos outros que se limitam a clonar....
até o teu blog mudou de cor!! a vida é linda!