quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Para a minha identidade que ainda anda a monte apesar de já alguém ter dito que já a viu. Para mim, para ti, para todos e para ninguém.

Sei que um dia encontrar-te-ei algures recebendo-me de braços abertos.
Não sei se os irei aceitar...

3 comentários:

Dia da Poesia disse...

O mais difícil é mantermos a imparcialidade ao mundo e a fidelidade a nós próprios.

Anónimo disse...

Ainda bem!

Carina disse...

As identidades estarão em eterna metamorfose. O que se é hoje, não significa que amanha o seja. Bom texto. 2 linhas chegam para serem contundentes o suficiente. Qualquer dia vais dar uma das minhas aulas e derreter as minhas alunas. LOLOLOL.