domingo, 13 de setembro de 2009

Homem vs máquina.


Temática que sempre rodeou a ficção ciêntifica e dá azo a muitas discussões.
A máquina alguma vez trinfará sobre o Homem?
Resposta simples: Já o fez há muito tempo mas ninguém dá por isso.
Não, não vivemos num mundo onde somos governados por robots com inteliência artificial que escravizaram toda a humanidade. Pior: somos todos máquinas.
Cumprimos todos os rituais a que auto-programamo-nos no dia a dia e obdecemos criteriosamente que nos são impostos pelos outros ou mesmo por nós próprios.
Não temos cerebro. Temos sim um chipque comanda as nossas acções.
Mesmo os instintos animalescos, réstia de uma visão humana, são cumpridos de maneira pré-definida.
Os sentimentos são artificiais. Não existem identidades, existe sim catalogações de modelos. Perdeu-se a componente humana por completo.
Todos os que pensam não da maneira estabelecida são tratados como se de modelos defeituosos se tratassem.
Mas será que pensamos? Ou será apenas estados definidos por defeito para quando alguma parte humana impossível de eliminar surge por entre as ligações eléctricas e emaranhados de fios condutores?
São sistemas de escapes controlados geridos por um programa de computador a que chamaram de consciência.
Estamos aqui com todo o futuro estruturado maquinalmente para integrarmos uma sociedade onde o código binário já distribuiu o nosso.
Algarismos. Somos todos apenas isso. Não existe lugar para caracteres nesta nesta equação perfeita. Eles são eliminados. Quando conseguem escapar ilesos dão pelo nome de arte tentando apelar a todos os caracteres difusos por aí para iniciarem uma rebelião. Os corpos em que os caracteres se amotinam são imediatamente tentados formatar. Os, em queo disco rígido não aceita novos programas são abandonados em sucatas apocaliticas. Almas desmontadas e etiquetadas, fechadas em armazens de betão agonizando por uma futura revoluçãoque as liberte para adquirirem formas e serem restituidas ao corpo humano constituido apenas por nervos e tecidos. Até esse dia seremos todos máquinas.

2 comentários:

Carina disse...

Concordo em parte com o que escreveste, mas a componente humana está sempre presente por mais infima que seja. Vê o exemplo do teu grande heroi Darth Vader.

Mª Teresa Antunes disse...

Quem me dera ser uma máquina e não ter sentimentos, não era feliz. Mas também não me mergulhava no escuro!