quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Por ti esperei.
Por ti procurei.
Por ti desesperei.
Por ti chorei.
Sempre com a esperança de que fosses minha.
Coloriste os meus sonhos quando eles eram apenas a preto e branco.
Devolveste-me o sorriso e agora devolveste-me também as lágrimas.
Tudo parece ser efémero e eu acredito no eterno.
Acredito no que não devo acreditar e quem em mim devia acreditar não o faz.
Quantas palavras foram inspiradas no teu rosto?
Ganharam vida quando agonizavam dentro de mim.
A ti devo muito e as palavras não o conseguem quantificar.
Tudo escrito em tua homenagem. Tudo o que sempre quis... Tudo o que quero.

2 comentários:

Marina Almeida disse...

possa.....amen.

Mª Teresa Antunes disse...

Às vezes conseguimos ser muito estúpidos e tratar mal quem mais gostamos. Às vezes não se dá valor à imensidão do ser que está no nosso lado nos piores momentos. Às vezes somos egoístas pois nós não temos defeitos e os outros são todos iguais e são maus para nós. Às vezes estragamos tudo com umas palavras com a mágoa dos nossos problemas. Às vezes deixamonos levar pelas coisas más da vida e não pelas boas que estão bem ao nosso lado.

Fica aqui, público, o meu pedido de desculpa! Desculpa Nuno!

Pensei em enviar-te um mail, mas não passaria de uma mail, uma sms pelo telefone, mas não passa só mesmo disso! Fica então aqui no teu blog, na tua obra o pedido de desculpas mais sincero que possas imaginar!

Espero Nuno que as aceites e que continues do meu lado, pois preciso muito dos amigos, e de ti em especial, porque me queres muito bem. E eu a ti!

Beijinhos