terça-feira, 1 de setembro de 2009

O meu cerebro fervilha de actividade. As ideias guerreiam-se entre si por protagonismo. Escrevo mentalmente sinfonias ou adágios com guitarras eléctricas com os amplificadores com o gain no máximo. Distorções harmónicas abraçadas a acordes desafinados. As afinações convencionais não me convencem nem produzem os sons desejados. Afino a ultima corda num tom completamente desconhecido aos ouvidos mais treinados. Sento-me numa bateria e martelo poemas em contratempo. Ao rufar da tarola saem disparadas estrofes e embatem com violência nos pratos. O bombo marca o ritmo irregular das palavras que escarnecem do metrónomo. Estou sempre fora de tempo ou sempre à frente do tempo. Tais como as melhores músicas são sempre as mal tocadas, os melhores textos são os escritos por escritores amadores. Não são mercenários e as palavras não são corrompidas em prol de uma aceitação das massas.
Os Depeche Mode faziam musica para as massas mas eu tou me a acagr para as massas. Aliás tenho que ir à casa de banho agora porque tenho um épico de 2000 páginas a querer sair.

Isto é para o pessoal que diz que eu cago textos.... LOLOLOL

1 comentário:

Mª Teresa Antunes disse...

Foda-se os teus textos não são nenhuma merda para se ser cagado. Quem foi anormal que disse isso!

diz quem foi o filho da puta!