quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Acredito no que não acredito
Em todos os sons minimais
Em nada do que me foi dito
Apenas em ti jamais

Os credos voam com incerteza
Livremente fogem de mim
Não há um unico para agarrar com firmeza
Isento de tudo, permaneço assim

Voem, voem para quem vos apanhar
A todos vos rejeito com destreza
Para alguém ireis sempre voar
Vós com a vossa tristeza

Com força subjugais a mente
Aniquilais o pensamento
Livre de vós estou de repente
Nunca vou escrever sobre isso um lamento.

3 comentários:

Marina Almeida disse...

fds tens msm jeito!

Mª Teresa Antunes disse...

Puta que te pariu, NUNO!

Anónimo disse...

o que eu estava procurando, obrigado