terça-feira, 4 de agosto de 2009

O meu primeiro poema pornográfico


A visão dos teus lábios vaginais
Envolvendo o meu duro falo
Outrora foram virginais
Agora estão a masturbá-lo

A tua vulva tem um doce aroma
De esperma embebida
Com um ligeiro hematoma
Nunca assim havias sido possuida.

Os teus perfeitos seios
Dançando perante mim
Com mil e um beijos
Nesta copula sem fim

O teu ánus ardente
Possuido com violência
Como se eu fosse um demente
E tu pedindo clemência

Na tua boca desapareço
Em espasmos brutais
Orgasmos sem preço
Com urros bestiais

Jazes a meu lado
Eu observo o poder
Do meu sexo irado
De novo pronto a verter

São poderosas ejaculações
Por todo o teu cabelo
Imerso em emoções
Ao ver quadro tão belo.

4 comentários:

Marina Almeida disse...

adorei! muito dirty...que mente mais obscena!!taradão!

SentidoDaVida disse...

uiuiui... una paja mental!!

Mª Teresa Antunes disse...

ahahah

E ele nem está cá. foi ali bater uma e já volta. E tem sido isto a vida dele.

Quem é que te dá boas ideias?

Dia da Poesia disse...

adorei, sem meias palavras, intenso e sentido.. amei