domingo, 12 de julho de 2009

o dia depois de hoje.



A nova era chegará amanha.
Qual apocalipse disfarçado,
É o inicio do tudo e o final do nada.
É o lançar na corrente do Douro o meu passado
e vê-lo despedir-se de mim compeltamente irado.
É o acreditar em mim e no que valho.
Lá onde as velas se apagam com sopros contidos,
No sítio onde renascem os meus sentidos.

Amanha será o eclipse do ontem
E o semear do futuro vindouro.
Será o dia onde sentir-me-ei alguém
E os sorrisos irão florescer.
Será equiparado a um renascer
Uma nova oputunidade para amar
Quando os teus lábios beijar.

1 comentário:

Mª Teresa Antunes disse...

Ribeira, um lindo destino :) Aquela ponte dá-me boas sensações!