terça-feira, 21 de julho de 2009


Estou sempre entre a tempestade que passou e a vindoura.

Não existe bonança depois de uma tempestade. Apenas mais uma a caminho.

Prevejo já no horizonte ela a formar-se. Os ceus negros céus com os seus trovões ameaçadores a ribombar até ao sítio mais longinquo.

Vou barricar-me no meu bunker para desta vez não ser apanhado totalmente de surpresa.

Cá a espero refugiado nos meus sonhos e ilusões. Eles ajudar-me-ão a suportar a chuva fustigadora.

Demorei tanto tempo a reconstrui-los. Penso que agora estarão fortes o suficiente para suportarem todas as calamidades que me estão destinadas.

Se ainda não fui levado na inundação nem atingido por raios fulminantes, desafio os elementos a tentarem novamente...

CÁ VOS ESPERO!

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